O pastor da minha igreja me comeu bem gostoso

O amante dela transa e goza dentro da buceta sem camisinha e ela me faz limpar o pau dele e a buceta dela com a boca e língua, enquanto eles namoram e se beijam e nem se importam com a minha presença, ou seja, me ignoram por completo. Com o casal, sou bem mais liberal, inclusive com o marido, pois transo com ele literalmente, ou seja, como a bundinha dele e dou bem gostoso, nos beijamos muito, bebemos porra um do outro, sem tabus e sem preconceitos e na frente das nossas esposas. Fazemos tudo e de tudo entre quatro paredes com este casal, inclusive dupla penetrações nas nossas esposas. A primeira transa com outro homem demorou muito para acontecer e foi numa Cidade vizinha com uma pessoa que encontramos na internet, e que foi muito bom, pois ela chupou, beijou e transou muito com ele, inclusive me humilhando enquanto transava com o amante, me chamando de corno, pau pequeno, frouxo, entre outros, depois houveram muitos outros homens, bem como com muitas mulheres e casais também. Hoje nos amamos muito e estamos juntos em todos os momentos, exceto com este casal que tem esta liberdade de transar com a minha esposa sem a minha presença, mas confesso que também transamos com a esposa dele sem que ele esteja presente, e eu transo com ele sozinho, sem a presença das nossas esposas e nossas esposas transam entre elas sem a nossa presença Adoramos esta cumplicidade.

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Depois a transa com o Maurício e o Jorge, acabei me apaixonando pelo Maurício. Na festa de final de ano da empresa, foi um pouco constrangedor, pois, estavam todos os amantes da minha vida: meu marido, o Roberto, o Jorge e o Maurício. Nada apropriado para uma festa da empresa, mas eu sou muito safada mesmo. Meu marido foi ficar com seus colegas de filial e eu com os meus.

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Também percebi que a nossa cumplicidade em outros assuntos pareceu aumentar, muito embora isso possa ser apenas uma fantasia da minha parte. Pode parecer bobagem, mas me sinto compelida à compartir esta experiência com outras pessoas. Contudo, até aquele fatídico dia, sempre gozara pela buceta. Nunca havia gozado com a foda anal, pura e singelo. Deixo o Fred deitado de bojo para cima, enquanto esfrego meu rosto contra o seu membro endurecido. Sinto meu ânus piscar em torno do seu dedo, ao passo em que ele vai me bolinando, sem reservas, forçando o seu dedo contra as paredes do meu cuzinho. Logo em seguida, sou despida da minha calcinha e colocada de joelhos sobre o tapete do quarto com a peça superior do meu corpo debruçada sobre a cama.

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