Ajuda com os filhos igualdade salarial e mais cargos de topo. O que querem as mulheres?

Elas vêm mostrando sua força, criatividade e sucesso à frente das mais diversas empresas. Por isso, o empreendedorismo feminino vem ganhando cada vez mais destaque e relevância. Mas é claro que ainda temos um longo caminho a percorrer para que as mulheres tenham as mesmas oportunidades que os homens no mercado de trabalho. É por isso que selecionamos 6 coisas que você precisa saber sobre empreendedorismo feminino. Continue a leitura! Felizmente, isso vem mudando.

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Ludimila Honorato, O Estado de S. Paulo 13 de março de 14h00 Quando Almiro Grings, fundador da Piccadilly , se tornou avô pela primeira vez, foi de uma menina. Na segunda-feira vez, também. Afinal, tradicionalmente, as sucessões eram de pai para filho. O fato inédito se assemelha a pelo menos outras duas histórias: da Daniela Pereira, primeira mulher a comandar o tradicional restaurante Rei dos Galetos, no centro do Rio, e da Giordania Tavares, que também estreou como gravura feminina na diretoria executiva da Rayflex, companhia paulista que fabrica portas industriais. Embora haja avanços, eles ocorrem a passos lentos. Em um mercado de trabalho que impõe às mulheres, direta ou indiretamente, barreiras para assumirem postos mais altos , elas precisam se posicionar cada vez mais para serem reconhecidas além do estereótipo de natureza. Porém, movida a desafios, ela encarou isso como um motivador.

Por que é importante pensarmos em estratégias para reduzir esta desigualdade?

A ofensa chegou à sua caixa de mensagens privadas em um dos seus perfis profissionais nas redes sociais. Eliane lidera um ranking de ataques a profissionais de imprensa. Seja no âmbito offline ou online, a violência tem o gênero feminino como principal cândido. Foram monitorados perfis de jornalistas brasileiros na rede social. No caso dos homens, a incidência de ataques diretos é menor e, muitas vezes, as ofensas se misturam com ataques a outras mulheres ou à imprensa no geral. De acordo com a antropóloga Fernanda K. Martins, uma das coordenadoras da pesquisa no InternetLab: A misoginia se sustenta e se espraia socialmente a partir de movimentos que colocam as mulheres como alvo mesmo quando o objetivo é atingir um homem-feito. Eliane lembra que os ataques nominais a jornalistas começaram na época do PT na presidência, por apoiadores do partido. Um mesmo artigo desagradava os dois lados.

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